grelha comparativa

Na aula de hoje estiveram presentes os dois membros do grupo. Nesta aula, procedemos à análise de dois documentos relativos a duas instituições universitárias: “Implementing the research data management policy: University of Edinburgh Roadmap”, e “University of Canterbury”. Mediante esta análise, reunimos 15 critérios para construir uma grelha de análise comparativa entre os documentos analisados, e seleccionamos os aspectos mais relevantes e críticos a ter em conta na elaboração de uma política de gestão de dados científicos.

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Fisheries and Oceans Canada

Na aula de hoje, o meu colega Sérgio esteve ausente. Analisei informação encontrada no website do Fisheries and Oceans Canada, uma organização cuja finalidade consiste na gestão das pescas do Canadá e na salvaguarda das suas águas, dando assim, seguimento ao conteúdo postado na aula anterior,  no sentido de avançar no tópico que diz respeito à identificação de documentos orientadores de uma política de gestão de dados científicos.

Documentos orientadores de uma política de dados científicos

Na aula de hoje, estiveram presentes ambos os membros do grupo e analisámos documentos orientadores de uma política de gestão de dados científicos, nomeadamente, um plano de intervenção para os serviços de suporte à Gestão dos Dados Científicos na UMinho. Esse plano foi elaborado por Pedro Príncipe e Ricardo Saraiva. Analisámos ainda um documento acerca da política de disponibilização de dados de investigação e desenvolvimento de projectos financiados pela FCT.

Ruben Silva

Sérgio Meireles

Apresentações da 1ª fase do TP

Na aula de ontem, dia 16, estiveram presentes os dois membros do grupo. Foi uma aula dedicada à defesa da 1ª fase dos trabalhos práticos, em que cada grupo apresentou o respectivo projecto, com recurso a um powerpoint. Nem todos os trabalhos foram apresentados antes do final da aula, e como tal, alguns grupos tiveram a sua apresentação adiada para a aula de hoje, dia 17, incluindo o nosso grupo.

Terminadas as apresentações avançámos para o tópico seguinte do projecto: identificar cinco documentos orientadores de uma política de gestão de dados científicos, tendo para isso transferido documentos da web, para posteriormente elaborar uma grelha comparativa entre os documentos encontrados.

Na segunda metade da aula, dirigimo-nos ao auditório para assistir a uma palestra.

Rúben Silva

Sérgio Meireles

Research Data Alliance

Nesta aula, analisámos informação encontrada no

O Interest Group on Agricultural Data (IGAD) foi fundado em 2013 e tornou-se um dos maiores grupos de pesquisa de dados. É um grupo de trabalho orientado para o domínio dos dados agrícolas a nível mundial. Representa as partes interessadas na gestão de dados para a investigação e inovação agrícola, incluindo a produção, agregação e consumo de dados.

Os seus objectivos são: promover boas práticas no domínio da investigação, nomeadamente, políticas de partilha de dados, plano de gestão de dados, interoperabilidade dos dados; fornecer uma plataforma para a criação de redes e promover o cruzamento de ideias de investigação em gestão de dados e interoperabilidade; solicitar e promover interacções e projectos entre as principais instituições e grupos internacionais que trabalham na pesquisa e inovação agrícola; obter interoperabilidade dos dados.

Apoio das bibliotecas na gestão de dados científicos

Nesta aula, estiveram presentes os dois elementos do grupo. Para efectuar este post analisámos um documento relativo ao apoio das bibliotecas na gestão de dados científicos, e retiramos informações que consideramos relevantes acerca deste tópico.

As bibliotecas e arquivos em todo o mundo estão a adquirir competências e a aplicar os princípios da biblioteconomia e da arquivística para resolver desafios e fornecer novos serviços relacionados com a gestão de dados de pesquisa.

Os bibliotecários estão a ajudar a satisfazer as necessidades dos pesquisadores ao longo do ciclo de vida dos dados de pesquisa, através de: avaliações e divulgação, consultoria sobre planos de gestão de dados e meta-dados, aumento das competências de literacia de informação e de gestão de colecções, fornecimento de serviços de referência para ajudar os clientes a encontrar e citar dados, e fornecendo soluções de publicação e preservação de dados. Os bibliotecários estão também a criar tutoriais, a treinar colegas de dentro e de fora da biblioteca, discutindo sobre dados de pesquisa, incluindo políticas de desenvolvimento e planeamento.

 

Ruben Silva

Sérgio Meireles

 

OpenAIRE

Nesta aula, estiveram presentes os dois membros do grupo. Efectuamos o registo na plataforma WordPress, a plataforma seleccionada para colocar os posts. Posteriormente, procedemos à análise dos documentos relativos ao projecto OpenAIRE.

A infraestrutura de acesso aberto para a investigação na Europa  teve como ponto de partida a rede de repositórios de publicações científicas e académicas, e resulta dos desenvolvimentos no âmbito do projecto OpenAIRE, um projecto que visa apoiar a implementação de políticas de acesso aberto na Europa.

A origem desta infraestrutura resultou do projecto europeu DRIVER. A iniciativa DRIVER foi um projecto desenvolvido para apoiar os gestores de repositórios na exposição de recursos textuais de forma interoperável e orientá-los no sentido de definirem as suas políticas locais de gestão de dados e de decidirem sobre medidas de melhoria dos serviços prestados.

Presentemente, o  OpenAIRE inclui todas as publicações em Acesso Aberto indexadas anteriormente pela infraestrutura DRIVER, e também os meta-dados de conjuntos de dados científicos de repositórios de dados, bem como informação sobre projectos financiados e organizações que realizam investigação.

O projecto trabalhou com três comunidades científicas no domínio da gestão de dados científicos:

  • EMBL-EBI ( European Bioinformatics Institute ) para as ciências da vida,
  • DANS ( Data Archiving and Networked Services ) para as ciências sociais e
  • BADC ( The British Atmospheric Data Centre ) para clima e ambiente.

 

Ruben Silva

Sérgio Meireles